terça-feira, 24 de maio de 2011

Espaços TIC democratizaram a difusão da cultura digital nos Açores



As várias dezenas de espaços TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) existentes nos Açores contribuíram decisivamente para democratizar a difusão da cultura digital no arquipélago.

A opinião é do Secretário Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamento e foi expressa, esta manhã, na ilha de São Jorge, durante a visita que José Contente efectuou ao Clube Informático da Calheta.

Segundo afirmou na ocasião, os Açores, graças ao investimento que está a ser feito nesta área, estão “a criar uma nova geração que vai contribuir para a Sociedade do Conhecimento e da Informação com outras competências”.

O governante considerou ainda que, numa sociedade moderna, é fundamental “haver pessoas bem informadas e, sobretudo, que saibam triar a informação” e “utilizar a informação” em prol do seu desenvolvimento pessoal e da actividade económica.

Para José Contente, este tipo de equipamento e o acesso a computadores, à internet e à banda larga vão permitir mesmo “ser mais importante aquilo que nós fazemos do que onde nós estamos”.

“Onde nos estamos vai acabar por se secundário perante aquilo que nós podemos fazer”, disse ainda o governante, adiantando que “este é um exemplo que tem frutificado” nos Açores.

A este respeito, o Secretário Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos lembrou que os Açores possuem dos índices mais altos do país no que diz respeito “aos agregados familiares que possuem computador, que têm acesso à internet ou que utilizam a banda larga”, só sendo ultrapassados pelas regiões de Lisboa e Algarve.

Quanto à “rede pensante” que constituem os 78 espaços TIC actualmente existentes no arquipélago, José Contente revelou que o Governo vai ter “uma política de ir para os sítios onde isso é preciso” e de “começar a fechar alguns ou não permitir que se continuem maus investimentos”.

Conforme referiu, é preciso ter presente “que já não será necessário apostar em zonas onde as pessoas já não têm necessidade para aceder a estas tecnologias deste tipo de equipamentos”, os quais, todavia, “continuam úteis em muitas freguesias” dos Açores.



GaCS/SF/FG

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